O porquê da CIM HYDROKA? – CIMAI - Engenharia e Química Avançada

O porquê da CIM HYDROKA?

A área de I&D da CIMAI desenvolveu muito recentemente mais um desinfetante de largo espetro, pronto a utilizar, para aplicação em todo o tipo de superfícies.

Este produto pretende ser uma alternativa aos desinfetantes de superfície de base álcool, como é o caso do nosso CIM KA, tendo a vantagem de não atacar quaisquer superfícies, mesmo as de plástico de menor qualidade.

O CIM HYDROKA é formulado com base em 3 componentes ativos: peróxido de hidrogénio, cloreto de didecil-dimetil-amónio e cloreto de benzalconio. Possui um agradável odor a maçã verde, atuando na inativação de vários vírus, bactérias e fungos.

Entre os vírus que são inativados pelo CIM HYDROKA, está o muito falado SARS-CoV-2, um vírus envelopado da ordem dos Nidovirales, responsável pela doença Covid-19.

SARS-COV-2

Experiências científicas feitas com um dos principais componentes ativos do CIM HYDROKA demonstram que este inativa o SARS- CoV-2, num intervalo de tempo de 1 a 3 minutos.

Este produto, depois de aplicado, não necessita de qualquer enxaguamento. O CIM HYDROKA, deve ser utilizado em superfícies previamente lavadas e desengorduradas, de forma a otimizar a sua atuação.

O cruzamento dos vários componentes ativos do CIM HYDROKA, confere-lhe uma capacidade biocida única, de espetro muito alargada, dos quais indicamos alguns:

Vírus: Coronavírus, Vírus Influenza A e B, Rinovirus, Adenovirus, Vírus Hepatite A e B, Norovirus, Enterovirus, Rotavirus.

Bactérias: Bactérias Gram negativas /Gram positivas, Mycobacterium, Bacillus spores, Listeria monocytogenes.

Protozoários: Acanthamoeba polyphaga (trophozoites), Cryptosporidium parvum.

Fungos: Aspergillus niger, Penicillium glaucum, Candida albicans, Trichophyton mentagrophytes, Microsporum canis, Cladosporium cladosporoides, Penicillium verrucosum, Aspergillus versicolo.

EFEITOS DE CIM HDROKA NO VÍRUS

Os vírus envelopados, como o SARS-CoV-2, tem uma dupla camada lipídica (gordura) que protege o material genético do vírus e uma espécie de espinhos constituídos por glicoproteínas.

Os componentes ativos, cloreto de benzalconio e Cloreto de didecil-dimetil-amónio interagem com estas glicoproteínas, desnaturando-as e destruindo a parede lipídica do vírus. Por seu lado, o peróxido de hidrogénio, destrói o próprio material genético do Vírus (ARN) e também o material proteico interior, por oxidação.

 


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