Covid-19 – CIMAI - Engenharia e Química Avançada

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Covid-19

A HISTÓRIA

A doença por Covid-19 é altamente transmissível e causadora de infeções respiratórias agudas causadas pelo Coronavírus-2 (SARS- CoV-2).

Este vírus emergiu em Wuan, China, em finais de 2019, e espalhou-se por todo o mundo, sendo por isso hoje considerado uma Pandemia.

Este vírus é do ponto de vista genético muito parecido com o já conhecido vírus do morcego (SARS), pelo que se pensa que o Morcego pode ter sido o reservatório e transmissor do vírus, sendo que, todavia, não há certezas sobre esta teoria. O nome SARS é a abreviatura para “severe acute respiratory syndrome”, que significa síndroma agudo e severo respiratório.

O QUE NOS DIZ A CIÊNCIA?

Sabe-se que o novo vírus causador da Covid-19 é fácil e rapidamente transmissível de pessoa para pessoa. Sabemos também que ainda não existem tratamentos homologados para o Covid-19, existindo apenas tratamento para os sintomas. Há, todavia, relatos de testes bem-sucedidos com retrovirais no tratamento do Covid-19, que já haviam sido testados nas anteriores epidemias com SARS-CoV e MERS CoV.

O Coronavírus-2 pertence a uma família de vírus com o nome Coronaviridae, e tem este nome devido ao seu aspeto de coroa com picos.

Sabemos hoje que o potencial de contágio do SARS-CoV-2 é muito superior aos anteriores vírus SARS-CoV e MERS CoV, sendo que as taxas de mortalidade dos dois últimos eram superiores:

SARS CoV: taxa de mortalidade-9%

MERS CoV: taxa de mortalidade- 35%

SARS CoV-2: Taxa de mortalidade estimada: 2.9%

Esta pandemia começa em resultado de uma apreciação incorreta do início do contágio no mercado de Hunan em Wuan, na China. De facto, neste mercado vendiam-se vários tipos de animais vivos, tais como marisco, peixe, morcegos, cobras e ratos. No início da doença por Covid-19 as autoridades chinesas de saúde pensaram que só tinha existido contágio animal-humano, pelo que não confinaram os contaminados. Mais tarde surgiram evidências de contágios humano-humano, e assim começou a espalhar-se o Covid-19 por todo o planeta.

O contágio humano-humano, sabemos hoje, dá-se através da proximidade a uma pessoa contaminada, pelas secreções projetadas pela tosse, espirros, simples emanação de secreções do nosso sistema respiratório em gotas ou aerossol. Estas secreções podem infetar-nos através da nossa boca, nariz e olhos.

À semelhança de outros Coronavírus, o SARS-CoV-2 possui os típicos espigões de glicoproteína e também de outras poliproteínas e nucleoproteínas. Estes espigões do SARS-CoV-2 têm um formato tridimensional e conseguem uma ligação com as células humanas através de um recetor destas chamado ACE2.

É, portanto, a proteína ACE2 presente nas nossas células que o novo coronavírus “agarra” para entrar nas células humanas, ou seja o novo coronavírus usa uma proteína em forma de agulha que se acopla à ACE2 como uma chave na fechadura. Essa união abre literalmente a porta da célula humana para que o vírus introduza nela seu material genético. A máquina celular humana confunde esse material ―RNA viral― com RNA próprio, e começa a seguir as instruções que ele contém para fabricar proteínas virais. Em questão de horas, há milhões de cópias de RNA viral, a partir das quais são feitas cópias do vírus, que destroem a célula e começam a infetar outras.

A proteína ACE2 tem um papel fundamental na produção de angiotensina, uma molécula que controla a pressão arterial. Essa proteína existe nas células dos pulmões, coração, rins e intestinos, e a sua falta provoca doenças cardiovasculares.

Com a idade existe mais quantidade de recetores ACE2 disponíveis, o que pode ser uma explicação para a maior vulnerabilidade das pessoas com mais idade em contrair a doença. Também as pessoas fumadoras ou com problemas cardiovasculares têm maior quantidade de recetores ACE2, o que pode justificar a sua maior propensão a desenvolver a doença.

As pessoas mais idosas e com doenças crónicas têm também um sistema imunitário mais deprimido, o que justifica também o facto de tipicamente a doença desenvolver-se nelas com maior gravidade do que nas pessoas mais jovens e saudáveis.

Não havendo uma vacina ou medicamentos devidamente homologados para o tratamento da doença, resta-nos naturalmente evitarmos contrai-la, e isso implica que conheçamos melhor as suas fragilidades.

Observe por favor a figura

O vírus é uma monopartícula que tem uma estrutura muito frágil (envelope). É justamente a “ lipid bilayer” que é uma camada protetora feita de gordura que protege o material genético do vírus ( ARN- Ácido Ribonucleico) que podemos e devemos atacar. Não sendo um ser vivo não podemos matar o Coronavírus, mas podemos inativá-lo, ou seja, inibir que ele se possa ligar às nossas células e, portanto, contaminar-nos.

Esta camada é facilmente atacada com produtos que contenham sabão na sua composição. Também os produtos que contenham álcool etílico, com concentrações acima dos 70%, atacam esta camada de gordura inativando completamente o vírus.

Sabemos também que as pessoas doentes, com sintomas ou não, espalham a doença através das secreções da boca e nariz, nomeadamente quanto tossem, espirram e mesmo quando falam. Estas gotículas podem ser projetadas para superfícies que depois podem infetar outras pessoas.

Os tempos de sobrevivência dos Coronavírus em superfícies podem ser de poucos minutos a várias horas ou dias, dependendo dos materiais que constituem a superfície.

O Sabão é um composto resultante de uma hidrólise básica de lípidos, ou seja, forma-se a partir de uma reação química de um éster de ácido gordo com uma base forte. A esta reação chama-se saponificação.

É hoje do conhecimento da comunidade científica que os produtos à base de sabão são a melhor solução para a lavagem das mãos.

Os estudos efetuados dizem-nos que a lavagem correta das mãos com um produto que contenha um sabão é quatro vezes mais eficaz na inativação do Coronavírus que a simples desinfeção com um antisséptico.

 

A higienização frequente e eficiente dos espaços que frequentamos e partilhamos com outros, é um fator crítico do sucesso no combate à Pandemia em causa.

 

 

OS PRODUTOS QUE TEMOS DISPONÍVEIS PARA ESTE COMBATE

Dos produtos que a CIMAI fabrica e comercializa, aquele que mais aconselhamos para a lavagem das mãos é o nosso INDUCIM SU.

Este produto tem na sua constituição sabão e desinfetantes à base de quaternários de amónio. Não sendo um antisséptico pode ser usado para lavagem e desinfeção das mãos, cumprindo as recomendações de tempos e forma de lavagem da DGS e da OMS.

Como antisséptico para as mãos, a CIMAI produz o ROSECIM desde há mais de 25 anos. Este é um produto de base álcool e serve para desinfetar as mãos, em complemento da lavagem das mesmas, ou quando estamos simplesmente impossibilitados de as lavar. O ROSECIM possui também amaciadores das mãos e outros desinfetantes ativos. Este produto foi muito utilizado no combate à gripe A (doença causada pelo vírus H1N1).

Para as superfícies é reconhecida pela OMS e DGS a ação do Cloro como tendo forte ação e rápida na destruição da ação de todos os Coronavírus, incluindo o SARS-CoV-2. A CIMAI comercializa CLORO LÍQUIDO (hipoclorito de sódio a 13%), desinfetante poderoso contra vários microrganismos, nomeadamente o SARS-COV-2, que pode ser utilizado na desinfeção de superfícies e instalações. Temos também os produtos CIM FOAM CLOROL e PERCIM, ambos com uma componente desengordurante, para a limpeza de gorduras e carga proteica, e desinfeção através da forte concentração de cloro ativo que possuem, que inativa, por oxidação, os vários tipos de Coronavírus.  O CIM FOAM CLOROL, com maior concentração de cloro, foi desenvolvido para a lavagem e desinfeção de zonas mais sujas e com maior risco de contaminação, sendo o PERCIM mais indicado para a limpeza e desinfeção diária de superfícies em: lares, escolas, estabelecimentos prisionais, escritórios, cantinas, restaurantes, balneários, casas de banho, cozinhas, etc.….

Para pequenas superfícies como secretárias de trabalho, bancadas, mesas de reuniões, cadeiras, utensílios vários, etc.…, é recomendado por nós o nosso CIM KA, que é uma combinação de desinfetantes, dos quais o principal constituinte é o álcool etílico.

Para higienização de superfícies onde não seja recomendável usar produtos à base de cloro, temos o SOLCIM, um detergente formulado com sabão, que permite fazer-se uma higienização profunda de pavimentos, mesas, telefones, e utensílios vários.

Dentro da mesmo critério de higienização, agora para lavagem manual da louça, através de produtos que eliminem lípidos (gordura) temos o LAVECIM SU, também ele formulado a partir de uma reação de saponificação.

Por último, e para a lavagem segura da roupa à máquina, a CIMAI fabrica um detergente da roupa, o SKY SURF, à base de um sabão.

A Higienização correta da roupa é muito importante para eliminarmos potenciais vírus envelopados, como são o caso dos Coronavírus.

Para qualquer dúvida consulte-nos através de: suporte@grupo-cimai.com

P.S: esclareça as suas dúvidas sobre a desinfeção das mãos com este vídeo, feito por LSM Audiovisuais. Dermatologista - Helena Toda Brito. Recurso: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/o-desinfetante-de-maos-pode-ser-feito-em-casa-ou-substituido-por-alcool-duvidas-frequentes-explicadas-por-uma-medica

 

 

 


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